Data : 25/05/2016 Categoria : Cases Inspiradores, Digital, Mídias
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Com certeza, você também é um dos muitos usuários dos serviços de streaming, mas você tem noção da relação desses serviços com o público?

Como a tecnologia de transmissão instantânea de dados de áudio e vídeo é possível assistir a filmes ou escutar música sem a necessidade de fazer download ou comprar conteúdos digitais.

Normalmente, as plataformas como Spotify, Deezer e Netflix cobram uma mensalidade mais em conta do que comprar CDs e DVDs de forma convencional ou digital.

Por essa nova forma de consumir é que muitas redes de televisão também já adequaram seus conteúdos para plataformas on-demand, em que o usuário está no comando e tem total controle sobre o que vai assistir e quando fará isso.

E o mesmo acontece no cenário musical, grande parte das bandas lançam seus álbuns antes no Spotify ou Deezer. Como aconteceu com o Coldplay quando lançaram o álbum A Head Full of Dreams em dezembro de 2015. A ação da banda e da plataforma envolveu desde enviar um e-mail especial para os fãs com uma arte fiel e oficial da letra de Chris Martin até propagandas e chamadas no Spotify e redes sociais de ambos. E melhor: não foi liberado apenas para quem assina o plano Premium do Spotify, foi liberado geral mesmo e continua assim.

 

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Percebeu a diferença na mudança de relacionamento com o consumidor? Antes, a banda lançava nas rádios no máximo 3 músicas destaque do álbum e se você quisesse escutar o restante teria de esperar ou então comprar o CD e com a evolução do conteúdo digital, podia comprar esse álbum digital e baixar pra você. Mas hoje é diferente, na maioria dos casos você só precisa ter uma conta no Spotify ou Deezer da vida (mesmo a conta básica que não paga nada) para escutar o álbum inteirinho da sua banda predileta.

Mas você diz: “Ah, mas isso é só em alguns casos e há bandas que não disponibilizam tudo ”. Sim, você tem razão, afinal cada acordo é diferente. Nem todo filme ou álbum estará disponível assim de uma forma tão fácil. Depende do posicionamento dos produtores e da estratégia de vendas de cada um, mas é fato que essa mudança é substancial e que veio pra chacoalhar o velho modo de se relacionar com o consumidor.

Tanto que, a tendência é que fique cada vez mais comum assistir a vídeos e ouvir músicas instantaneamente em qualquer lugar.

E é por esse motivo que se torna essencial entender o perfil do consumidor e analisar as vertentes dessas novas ferramentas.

Além disso tudo, é preciso ter em mente que a geração atual é impaciente, quer o conteúdo nas mãos, para ontem.

É um público que se pudesse assistiria ao filme antes de lançar no cinema, devoraria a série inteira antes mesmo dela ir ao ar e já estaria cantarolando as músicas no novo álbum.

Por isso, o serviço de streaming é visto não só como um meio que veio para facilitar o dia a dia, como também combater as vias ilegais de acesso a esses serviços.

Outro exemplo mais recente de como usar esses veículos a favor da marca, veio da Ford, que lançou no dia 27 de abril, 3 playlists no app do Spotify inspiradas em seus novos carros, tudo para mostrar que o sistema multimídia dos novos carros estão ligados diretamente ao app. As playlists são:
Piloto de Fuga: inspirada no Novo Ka, com muito pop e hip-hop.
Roubando a Cena: inspirada no New Fiesta com pop nacional e internacional.
Raça Forte: inspirada na Ford Ranger, para homenagear o estilo de vida do interior do país com bastante sertanejo e country.

E tem sido bom até para as empresas – dos próprios serviços de streaming, canais a cabo e outras marcas – que podem aproveitar este espaço para fins publicitários. Mesmo que em alguns serviços de streaming não tenham intervalos comerciais, ainda assim existe a possibilidade das marcas ficarem presentes para este público, até porque a base de dados destes serviços é rica em informações sobre seus clientes, o que torna fácil a tarefa de saber do que gostam e o que esperam. O serviço traça um perfil do assinante, refinando a busca do público-alvo para o mercado.

Ou seja, o perfil dos consumidores e seus hábitos é que determinam como serão os serviços de streaming daqui para frente e a partir daí serão feitas divulgações e veiculações publicitárias de forma mais eficiente, dinâmica, focada em resultados e conteúdo para o público-alvo. Lembrando sempre que essas plataformas trabalham fortemente suas mídias digitais e se fixam através do relacionamento com o público.

Relacionamento, facilidade e conteúdo é o que oferecem e o que os mantém no topo!

Vale lembrar também que este tipo de serviço tem um certo desapego agregado ao produto, pois quando você assina um serviço de streaming de música, você deixa de ser dono delas, já que teoricamente você está pagando para alugar aqueles arquivos. Se deixar de pagar, as músicas baixadas dentro do app não irão mais funcionar e os filmes não estarão mais disponíveis no Netflix, por exemplo.

Portanto, streaming significa que o público também está cada vez mais praticando o desapego na hora de consumir. E é preciso que as marcas saibam lidar com esse novo comportamento do consumidor.

E você, o que acha disso? Conta pra gente!

Frase Conteúdo Estratégico


  • Miriam Hildegard Gress Responder
    maio 25, 2016 - 1:06 pmOct 14, 2014 - 08:07 pm

    Muito bom texto.
    Obrigado

  • Lorena Amorim Responder
    maio 27, 2016 - 7:28 amOct 14, 2014 - 08:07 pm

    Boa reflexão.

  • Por um mundo com conteúdo mobile Responder
    jun 08, 2016 - 11:18 amOct 14, 2014 - 08:07 pm

    […] semana passada, falamos aqui no blog sobre os serviços de streaming e como as principais empresas do ramo se relacionam com o público e como é o perfil deste novo […]

  • SannyBurry Responder
    dez 07, 2018 - 4:52 amOct 14, 2014 - 08:07 pm

    Make a more new posts please :)
    ___
    Sanny

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